A técnica faz uma estimulação elétrica de alta frequência no e cérebro oferta alívio imediato, contudo possui indicações específicas.

A Doença de Parkson é a segunda enfermidade neurodegenerativa mais comum, que ocorre de maneira gradativa e gera tremores, rigidez muscular, excesso de movimentos involuntários, entre outros. O Deep Brain Stimulation
(DBS) fundamenta-se na implantação de uma espécie de marca-passo no cérebro, similar ao utilizado em cirurgias cardíacas.

Por meio de uma estimulação elétrica de alta frequência no cérebro, a técnica oferece alívio imediato ao paciente a partir do controle das regiões que geram os sintomas do Parkson, que passa a ser feita por eletrodos.

Deep Brain Stimulation (DBS) / Estimulação cerebral

A realização do procedimento parte da indicação médica, onde são levadas em consideração questões como tempo da doença (quatro a cinco anos) e em quadros onde os sintomas não respondem mais a medicação.

Também estão incluídos pacientes com tremores incapacitantes e resistentes ao tratamento convencional, pessoas com intolerância gastrointestinal ao uso dos remédios que não suportam os efeitos colaterais do
tratamento convencional.

Benefícios da estimulação elétrica

A área cerebral afetada pela Doença de Parkson é encarregada pela produção de dopamina, neurotransmissor responsável por transportar os estímulos cerebrais que garantem os movimentos do corpo. Nas pessoas com Parkson,
essa produção é reduzida e o corpo passa a não responder aos estímulos.

Como não existe cura, com o tempo é provável também que o organismo deixe de responder ao tratamento conservador.

Com o avanço da tecnologia e por consequência da medicina, o procedimento da cirurgia da Doença de Parkson contribui na melhoria da qualidade de vida do paciente, visto que alivia os principais sintomas da doença como os tremores e o excesso de gestos involuntários e reduz o uso dos remédios.

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